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  • Caio Bruno

Aceita um cafezinho?













Quantas vezes você já não acordou com aquele cheirinho delicioso de café vindo da cozinha? Nada melhor para começar o dia! E quando você ouve a famosa convenção social “Vamos marcar um café dia desses”? Em diversos momentos do seu dia você não levanta da sua estação de trabalho, se dirige à copa, à lanchonete do andar de baixo ou em direção à garrafa térmica e se serve de café, o líquido essencial para nosso dia a dia?


O café tem o fator social escondido que todos nós em algum momento da vida usou, usa ou vai usar. É a cesta de aniversário, o café levado à amada na cama, o desjejum na padaria logo cedo, a boa caneca para se manter acordado no trabalho após uma noite mal dormida ou uma reunião enfadonha e o oferecido pelo gerente do banco para tentar te empurrar mais um empréstimo. Até para nosso inimigo, servimos café.


Ele é o pretexto para uma reunião secreta, uma conversa amena ou aquele papo furado em cima da pretendente que você vive tentando alguma coisa. Afinal, o que custa tomar um cafezinho?


Puro, com leite, fraco, curto, longo, frio, quente, cappuccino, expresso ou coado, o café faz parte da vida urbana do brasileiro como a feijoada, a cachaça e o samba. É o elixir prazeroso que lubrifica a disposição.


Mas não se engane. Ele não é unanimidade. O sono de toda madrugada e os estômagos fracos o repudiam. Se sentem agredidos e insultados. Tolos. Não sabem a delícia de saborearem um bom café.

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